
Dissonância Cognitiva: por que dois juízes leem a mesma lei e decidem o contrário | Temporada 8 · Artigo científico em 19 min
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Sobre este episódio
Dissonância cognitiva é a explicação que um artigo científico de 2025 propõe para uma pergunta antiga: por que dois juízes leem a mesma lei e decidem o contrário. O artigo é In Search of a “Happy Ending” in Legal Interpretation, de Mikołaj Pietrzyk (Universidade da Silésia, Polônia), no International Journal for the Semiotics of Law, e parte do livro de Leon Festinger que apresentou a teoria, em 1957. Este vídeo resume e comenta pesquisa acadêmica. Não é aconselhamento jurídico e não se refere a nenhum juiz ou tribunal específico. Para o seu caso, consulte um advogado. O episódio começa pelo estudo do juiz com fome (Danziger, Levav e Avnaim-Pesso, PNAS, 2011) e pela contestação dele: a ordem da fila, a resposta dos autores e a simulação de Andreas Glöckner. Depois entra no mecanismo do artigo, a lei, a moral e a reputação brigando dentro do juiz, e a ideia de que o texto legal é o elemento que mais cede. O caso Riggs contra Palmer, de 1889, mostra maioria e voto vencido opostos, os dois escrevendo que a decisão vinha da lei. O próprio autor declara que os argumentos são teóricos e que a teoria tem baixo valor preditivo. Fonte: Pietrzyk, M. (2025). Int J Semiot Law 38(5):1619-1638. DOI 10.1007/s11196-025-10247-2 (acesso aberto, CC BY-NC-ND 4.0). As citações foram lidas nos originais em inglês; as frases em português são tradução livre nossa. 🛒 O livro que é a base do artigo, Teoria da Dissonância Cognitiva (Leon Festinger): Amazon Link de afiliado: ao comprar pela Amazon por esse link, você apoia o ResumoCast sem pagar nada a mais. 📚 Todos os livros do canal: Amazon
Dissonância cognitiva é a explicação que um artigo científico de 2025 propõe para uma pergunta antiga: por que dois juízes leem a mesma lei e decidem o contrário. O artigo é In Search of a “Happy Ending” in Legal Interpretation, de Mikołaj Pietrzyk (Universidade da Silésia, Polônia), no International Journal for the Semiotics of Law, e parte do livro de Leon Festinger que apresentou a teoria, em 1957.
Este vídeo resume e comenta pesquisa acadêmica. Não é aconselhamento jurídico e não se refere a nenhum juiz ou tribunal específico. Para o seu caso, consulte um advogado.
O episódio começa pelo estudo do juiz com fome (Danziger, Levav e Avnaim-Pesso, PNAS, 2011) e pela contestação dele: a ordem da fila, a resposta dos autores e a simulação de Andreas Glöckner. Depois entra no mecanismo do artigo, a lei, a moral e a reputação brigando dentro do juiz, e a ideia de que o texto legal é o elemento que mais cede. O caso Riggs contra Palmer, de 1889, mostra maioria e voto vencido opostos, os dois escrevendo que a decisão vinha da lei. O próprio autor declara que os argumentos são teóricos e que a teoria tem baixo valor preditivo.
Fonte: Pietrzyk, M. (2025). Int J Semiot Law 38(5):1619-1638. DOI 10.1007/s11196-025-10247-2 (acesso aberto, CC BY-NC-ND 4.0). As citações foram lidas nos originais em inglês; as frases em português são tradução livre nossa.
🛒 O livro que é a base do artigo, Teoria da Dissonância Cognitiva (Leon Festinger):
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