
Tao Te Ching, de Lao Tsé: por que você estraga tudo quando está quase pronto | Temporada 8 · Mapa Mental em 16 min
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Tao Te Ching é o livro chinês atribuído a Lao Tsé, com oitenta e um capítulos curtos. O capítulo sessenta e quatro carrega a frase que virou lema de todo começo, a jornada de mil li começa com um único passo, e três frases depois, na tradução inglesa de James Legge que a gente leu, diz que as pessoas vivem arruinando o que fazem na véspera do sucesso. O episódio responde uma pergunta que quase todo mundo já teve na reta final de alguma coisa: por que a coisa estraga justamente quando está quase pronta. A resposta do livro não é falta de força. É uma força que aparece no fim e não existia no começo, a mão que fecha. Quem agarra, perde, diz o capítulo vinte e nove. O capítulo nove entrega o objeto para operar isso: é melhor deixar um vaso sem encher do que tentar carregá-lo cheio. O episódio passa pela rajada do capítulo vinte e três, pela frase do setenta e seis sobre rigidez e força, pela confissão do setenta e oito (todo mundo sabe que o mole vence o duro, e ninguém consegue pôr isso em prática) e pelas quatro eras do governante do capítulo dezessete. E fecha com a régua do sessenta e quatro, cuidado no fim como no começo, aplicada à tigela cheia até a borda. Obra em domínio público. As passagens foram lidas na tradução inglesa de James Legge (Project Gutenberg) e conferidas uma a uma; a versão em português é tradução livre nossa. Datação e autoria são as da tradição. 🛒 Comprar o livro: Amazon Link de afiliado: ao comprar pela Amazon por esse link, você apoia o ResumoCast sem pagar nada a mais. 📚 Todos os livros do canal: Amazon
Tao Te Ching é o livro chinês atribuído a Lao Tsé, com oitenta e um capítulos curtos. O capítulo sessenta e quatro carrega a frase que virou lema de todo começo, a jornada de mil li começa com um único passo, e três frases depois, na tradução inglesa de James Legge que a gente leu, diz que as pessoas vivem arruinando o que fazem na véspera do sucesso.
O episódio responde uma pergunta que quase todo mundo já teve na reta final de alguma coisa: por que a coisa estraga justamente quando está quase pronta. A resposta do livro não é falta de força. É uma força que aparece no fim e não existia no começo, a mão que fecha. Quem agarra, perde, diz o capítulo vinte e nove. O capítulo nove entrega o objeto para operar isso: é melhor deixar um vaso sem encher do que tentar carregá-lo cheio.
O episódio passa pela rajada do capítulo vinte e três, pela frase do setenta e seis sobre rigidez e força, pela confissão do setenta e oito (todo mundo sabe que o mole vence o duro, e ninguém consegue pôr isso em prática) e pelas quatro eras do governante do capítulo dezessete. E fecha com a régua do sessenta e quatro, cuidado no fim como no começo, aplicada à tigela cheia até a borda.
Obra em domínio público. As passagens foram lidas na tradução inglesa de James Legge (Project Gutenberg) e conferidas uma a uma; a versão em português é tradução livre nossa. Datação e autoria são as da tradição.
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